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Plano russo para o Irã 'não é suficiente' | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A oferta da Rússia de enriquecer urânio para o Irã "não é suficiente" para encerrar a crise sobre o programa nuclear iraniano, afirmou o governo de Teerã nesta sexta-feira. O principal negociador do Irã, Ali Larijani, secretário do Supremo Conselho Nacional de Segurança, disse que a proposta tem seus méritos, mas não é suficiente para suprir "as necessidades de energia nuclear do Irã". Anteriormente o Irã havia se mostrado animado com a proposta, aumentando as esperanças de que ela poderia por fim à crise. Em princípio, o presidente americano George W. Bush, havia considerado o plano bom, mas sua secretária de Estado, Condoleezza Rice, acusou o Irã de estar usando táticas para adiar um confronto. Marola Os iranianos estão fazendo "nada a não ser marola para que não sejam levados ao Conselho de Segurança da ONU, e as pessoas não deviam deixar que eles escapassem", disse Rice. "O tempo para conversar fora do Conselho de Segurança já acabou", completou. Larijani disse que a proposta russa poderá ser considerada, e poderá ser "parte de um pacote", mas não seria a solução total. A proposta russa prevê que o urânio a ser usado nas usinas do Irã seja enriquecido por uma empresa conjunta em solo russo. A Rússia também processaria o lixo nuclear iraniano. Em teoria, se o Irã não tiver capacidade de enriquecer urânio, nem tiver lixo nuclear, ele não poderia refinar o urânio para chegar à qualidade necessária para usá-lo na construção de armas nucleares. O Irã nega as acusações americanas de que esteja tentando desenvolver armas nucleares, e afirma que quer simplesmente produzir energia nuclear. A Agência Internacional de Energia Atômica da ONU, a AIEA, vai se reunir em Viena, no próximo dia 2, para debater se devem levar o caso ao Conselho de Segurança. |
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