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Rússia se opõe a sanções contra o Irã | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo russo disse nesta terça-feira que sanções não são a melhor forma de convencer o Irã a abandonar seu programa nuclear. "A questão de sanções contra o Irã põe os carros na frente dos bois", disse o ministro das Relações Exteriores do país, Sergey Lavrov. "Sanções não são, de forma nenhuma, a melhor ou única forma de resolver o problema." Ele disse que a proposta russa de enriquecer urânio em suas instalações para o vizinho Irã ainda permanece em vigor. Polêmica Três países europeus, a Grã-Bretanha, Alemanha e França estão requisitando uma reunião urgente da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), o órgão da ONU (Organização das Nações Unidas) que monitora atividades atômicas no planeta entre 2 e 3 de fevereiro. O Irã insiste que seu programa tem fins pacíficos. Os Estados Unidos vêm insistindo que o programa seria uma forma do país adquirir armas de destruição em massa. A crise se ampliou na semana passada quando o Irã rompeu os lacres colocados pela AIEA há dois anos em suas instalações nucleares e retomou a pesquisa na área. Representantes da Rússia, China, Estados Unidos, além dos europeus não chegaram a um acordo em um encontro realizado na segunda-feira em Londres para tomar uma medida em comum. |
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