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Dois soldados da ONU são mortos no Haiti | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Dois soldados jordanianos servindo pelas tropas de paz da ONU (Organização das Nações Unidas) foram mortos no Haiti, nesta quarta-feira. Eles morreram em um ataque a um posto de controle em um dos bairros mais violentos, Cite Soleil, da capital do país, Porto Príncipe. Um terceiro soldado, também jordaniano, ficou ferido no ataque. No dia anterior, manifestantes exigiram uma ação mais contundente da ONU para coibir o crime antes das eleições marcadas para o mês que vem. Tarefa dura As tropas de paz da ONU, comandadas pelo Exército brasileiro, foram enviadas ao Haiti em 2004, após o presidente Jean Bertrand Aristide deixar o país. A missão vem sendo criticada tanto pela população que sofre as consequências do emprego de táticas militares em áreas civis pobres como por comerciantes que a acusam de não fazer o bastante para manter a segurança. A tarefa jordaniana de patrulhar Cite Soleil é considerada uma das mais difíceis no país. O embaixador americano para a ONU, John Bolton, classificou as mortes como "muito, muito perturbadoras". Tanto a ONU como o governo provisório do Haiti disseram que o incidente não vai significar mudanças na estratégia da missão. |
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