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Laudo indica que Bacellar cometeu suicídio | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O IML (Instituto Médico Legal) de Brasília divulgou nesta quarta-feira um laudo preliminar em que confirma que o general Urano Bacellar, comandante da Minustah, a Missão de Estabilização nas Nações Unidas no Haiti, cometeu suicídio. A assessoria de imprensa do Ministério da Defesa informou que o vice-presidente e ministro da Defesa, José Alencar, não foi informado sobre o resultado do laudo. O comandante do Exército, general Francisco Albuquerque, não aceitou como definitiva a informação sobre o suicídio. Ainda nesta quarta-feira, a secretaria-geral da OEA (Organização dos Estados Americanos) divulgou uma declaração em que lamenta o ocorrido com o general Bacellar, encontrado morto no sábado em Porto Príncipe, e reitera o apoio ao Brasil no comando na Minustah. "Recebemos com satisfação a apresentação pelo governo brasileiro de candidatos para a posição de Comandante Militar da Minustah. Incitamos fortemente todos os haitianos a apoiar e cooperar com a Minustah, com o Representante Especial do Secretário-Geral das Nações Unidas e a Missão Especial da OEA (no Haiti)", afirmou a organização em sua declaração. Eleição Na mesma nota, a Organização afirma que concorda com a nova data que foi estabelecida para as eleições no país. "Apoiamos totalmente a decisão tomada pelo Governo de Transição do Haiti e pelo Conselho Eleitoral Provisório (CEP) de promover o primeiro turno das eleições presidenciais e legislativas em 7 de fevereiro, com o segundo turno em 19 de março de 2006, em caso de necessidade. Estamos confiantes de que estas datas são realistas e tecnicamente possíveis e acreditamos que devem ser mantidas." A OEA, em sua declaração também afirma apoiar os esforços realizados pelos parceiros internacionais, especialmente a Minustah e a Missão Especial da OEA para o Haiti, para dar ao Conselho Eleitoral Provisório a "assistência técnica, administrativa e logística necessária". Para a OEA, um "ambiente seguro e estável é um ingrediente essencial para eleições legítimas". "Neste sentido recebemos com satisfação a determinação renovada e o compromisso assumido pela Minustah de trabalhar junto com o Governo de Transição do Haiti para melhorar a segurança pública em Porto Príncipe." A OEA afirmou, na declaração, que está de acordo com as recentes operações policiais e militares voltadas "ao combate de todas as formas de violência, incluindo os seqüestros, respeitando os direitos humanos e a legislação humanitária internacional". |
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