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Atualizado às: 10 de janeiro, 2006 - 09h19 GMT (07h19 Brasília)
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Greve geral contra violência pára capital do Haiti
Funeral do general Urano Bacellar
Funeral do general Urano Bacellar, que morreu no fim de semana
A capital do Haiti, Porto Príncipe, parou na segunda-feira em uma greve geral contra a onda de seqüestros e a violência no país.

A manifestação foi organizada por empresários e comerciantes haitianos que acusam a Organização das Nações Unidas (ONU) de não estar atuando satisfatoriamente no combate à violência das gangues armadas no país.

A greve esvaziou o comércio e as ruas de Porto Príncipe na segunda-feira, dois dias depois da morte do general Urano Bacellar, que comandava das tropas de paz da ONU no Haiti, em um aparente suicídio.

De acordo com a polícia, 1,9 mil pessoas foram vítimas de seqüestro nos últimos dez meses, apesar da presença dos mais de 7 mil soldados da ONU sob a liderança brasileira.

A violência foi um dos motivos alegados para o adiamento das eleições no Haiti, cuja data foi fixada no último fim de semana para o dia 7 de fevereiro.

Brasil no comando

Ainda na segunda-feira, a ONU confirmou que gostaria que o Brasil mantivesse o comando da missão de paz da organização no Haiti, conhecida pela sigla em francês Minustah.

O governo brasileiro anunciou pouco depois o nome do general José Elito Carvalho de Siqueira como o sucessor do general Urano Bacellar, encontrado morto no sábado.

A indicação ainda precisa ser aprovada por outros membros da organização.

O vice-presidente e ministro da Defesa, José Alencar, já havia afirmado que o Brasil queria continuar comandando as tropas da ONU.

Na sede da organização, em Nova York, o chefe das missões de paz da ONU, Jean-Marie Guéhenno, disse que o Brasil assumiu um forte compromisso com o Haiti, e que um novo comandante brasileiro “seria muito bem-vindo”.

Na capital haitiana, Porto Príncipe, o porta-voz da Minustah, David Wimhurst, confirmou que a ONU gostaria que o Brasil mantivesse a liderança da missão.

Guéhenno disse que apesar da morte do general Bacellar, a missão continua sob controle, trabalhando para preparar o país para as eleições do dia 7 de fevereiro.

O Brasil comanda a força militar da missão de paz desde junho de 2004. De acordo com o Ministério da Defesa, o país tem 1.496 soldados no Haiti. Ao todo, 7,4 mil militares estão no país.

O comando interino das tropas da ONU foi assumido pelo general chileno Eduardo Aldunate Herman.

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