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Atualizado às: 09 de janeiro, 2006 - 23h40 GMT (21h40 Brasília)
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ONU quer manter Brasil no comando da missão no Haiti

General Urano Bacellar (esq.)
Com a morte do general Bacellar (esq.) comando foi assumido por chileno
A Organização das Nações Unidas (ONU) confirmou nesta segunda-feira que gostaria que o Brasil mantivesse o comando da missão de paz da organização no Haiti, conhecida pela sigla em francês Minustah.

O governo brasileiro anunciou pouco depois o nome do general José Elito Carvalho de Siqueira como o sucessor do general Urano Bacellar, encontrado morto no sábado.

A indicação ainda precisa ser aprovada por outros membros da organização.

O vice-presidente e ministro da Defesa, José Alencar, já havia afirmado que o Brasil queria continuar comandando as tropas da ONU.

Na sede da organização, em Nova York, o chefe das missões de paz da ONU, Jean-Marie Guéhenno, disse que o Brasil assumiu um forte compromisso com o Haiti, e que um novo comandante brasileiro “seria muito bem vindo”.

Na capital haitiana, Porto Príncipe, o porta-voz da Minustah, David Wimhurst, confirmou que a ONU gostaria que o Brasil mantivesse a liderança da missão.

Guéhenno disse que apesar da morte do general Bacellar, a missão continua sob controle, trabalhando para preparar o país para as eleições, agora adiadas para o dia 7 de fevereiro.

O Brasil comanda a força militar da missão de paz desde junho de 2004. De acordo com o Ministério da Defesa, o país tem 1.496 soldados no Haiti.

No total, as forças de paz têm atualmente 7,4 mil tropas. O comando interino foi assumido pelo general chileno Eduardo Aldunate Herman.

Conselho de Segurança

O diplomata argentino Alberto Dalotto disse à BBC Brasil que a sucessão de comando não chegou a ser discutida na reunião desta segunda-feira do Conselho de Segurança da ONU e só foi mencionado quando ele próprio pediu que o órgão manifestasse em público as condolências à família do general Bacellar e ao governo brasileiro.

Dalotto diz que a Argentina "apóia totalmente" a manutenção do Brasil no comando da missão, mas reconheceu que a morte do general Bacellar cria novas dificuldades numa situação que já era instável no Haiti.

"É um retrocesso, mas acreditamos que a missão vai continuar seu caminho", afirmou.

A Argentina tem 564 soldados no Haiti e é um dos membros rotativos do Conselho de Segurança, posição ocupada pelo Brasil no ano passado.

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