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"Haverá eleições", diz enviado da ONU ao Haiti | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O enviado especial da ONU ao Haiti, Juan Gabriel Valdés, disse nesta segunda-feira que "não há razão" para adiar novamente as eleições no país. "Eu repito: haverá eleições", afirmou Valdés, em Buenos Aires, após um encontro com representantes dos países latino-americanos com tropas no Haiti, incluindo o Brasil. Segundo Valdés, o país que já adiou a data da votação quatro vezes nos últimos dois meses conta com os "pré-requisitos políticos e técnicos" para realizar as eleições no dia 7 de fevereiro, última data anunciada. Um eventual segundo turno está marcado para 19 de março e a posse do novo presidente para o dia 29 daquele mês. Os adiamentos do que será a primeira eleição desde a queda do presidente Jean-Bertrand Aristide, em fevereiro de 2004, foram justificados por problemas técnicos como a distribuição de títulos eleitorais e o estabelecimento de postos eleitorais. O Brasil manifestou interesse em continuar liderando o contingente militar da Minustah (Missão da ONU no Haiti) depois da morte do seu comandante, o general Urano Bacellar, no último dia 7 de janeiro. Ainda nesta segunda-feira, centenas de haitianos, incluindo políticos e empresários, realizaram um protesto na frente da sede da Minustah em Porto Príncipe. Em uma manifestação pacífica, eles se sentaram do lado de fora da missão, reivindicando medidas contra a alta criminalidade no país, especialmente contra os seqüestros, que vêm aumentado nos últimos meses. Entre os manifestantes, estava um dos 34 candidatos à Presidência do país, Charles Henri Baker. | NOTÍCIAS RELACIONADAS | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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