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Atualizado às: 08 de dezembro, 2005 - 17h12 GMT (15h12 Brasília)
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Otan decide reforçar presença no Afeganistão
Soldados holandeses da Otan no Afeganistão
Forças da Otan não vão se envolver na caça pela Al-Qaeda e Talebã
Ministros do Exterior da Otan, a aliança militar liderada pelos Estados Unidos, aprovaram nesta quinta-feira um plano para expandir o papel da organização no Afeganistão.

A decisão vai envolver a mobilização de mais seis mil soldados no sul do país asiático, um terço dos quais devem ser britânicos.

O acordo assinado nesta quinta-feira deve tornar o envolvimento da Otan no Afeganistão na maior operação já efetuada pela organização fora da Europa.

O sul e o leste afegãos têm sido palco de intensa violência.

No ano passado, conflitos nestas regiões deixaram mais de 1,4 mil mortos, o número mais alto desde 2001, quando o país foi invadido por uma coalizão liderada pelos Estados Unidos.

Paz e estabilidade

O analista de Defesa da BBC Rob Watson diz que não foi fácil chegar ao acordo desta quinta-feira, uma vez que muitos membros da Otan se mostraram preocupados com a possibilidade de ver baixas entre suas forças.

Para minimizar estes temores, explica Watson, o acordo deixa claro que o objetivo do reforço das tropas é promover a paz e a estabilidade no território afegão, e não caçar membros da organização Al-Qaeda ou do grupo fundamentalista islâmico Talebã.

Estas atividades vão continuar sendo desempenhadas pelas forças americanas presentes no país.

A Grã-Bretanha, o Canadá e a Holanda vão liderar a expansão das forças militares no sul afegão, mas mais países terão que colaborar para que o plano seja implementado.

“Temos o compromisso de nos manter no rumo”, disse o secretário-geral da Otan, general Jaap de Hoop Scheffer.

A secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, descreveu o acordo desta quinta-feira como um “plano de longo prazo de cooperação para a segurança” do Afeganistão, que vai “ajudar a reformar e reforçar suas instituições de defesa”.

66Caio Blinder
Afeganistão perde força como modelo de reconstrução.
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