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Haiti está preparado para eleições, diz ONU | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A missão de paz das Nações Unidas no Haiti diz que as medidas de segurança para as próximas eleições gerais, previstas para o mês que vem, estão totalmente prontas. Segundo o porta-voz da missão, Damián Onses-Cardona, a ONU identificou o nível de risco de cada posto de votação e treinou mais de 3 mil civis para desempenhar funções de segurança. A violência vem sendo vista como um possível problema durante as eleições. Desde que as forças da ONU chegaram ao Haiti no ano passado, centenas de pessoas já foram seqüestradas e assassinadas. "Estamos esperando a decisão definitiva do Comitê Eleitoral Provisório sobre a data das eleições, posso anunciar que todas as equipes da UNPOL (a polícia da ONU), toda a estrutura civil e as forças militares da MINUSTAH (Missão de Estabilização da ONU no Haiti) estão preparadas para o compromisso", disse Onses-Cardona. Data indefinida Ainda não está claro exatamente quando será realizada a votação por causa de uma disputa entre o governo interino e a junta eleitoral do Haiti. O primeiro-ministro interino, Gerard Latortue, havia anunciado na quinta-feira que as eleições presidenciais, legislativas e municipais seriam realizadas no dia 27 de dezembro, com um possível segundo turno no dia 31 de janeiro. "O processo está muito avançado, mas não estamos em condições de anunciar um calendário", disse Gerson Richemé, encarregado de comunicação do Comitê Eleitoral. Segundo ele, o comitê "poderá decidir manter essas datas, ou escolher outras". O comitê alega que as datas foram definidas pelo supervisor eleitoral, Jacques Bernard, sem a aprovação dos seus nove iintegrantes. A constituição determina que haja um novo presidente até o dia 7 de fevereiro de 2006, mas desde a queda do ex-presidente Jean-Bertrand Aristide em fevereiro do ano passado, o Haiti ainda não conseguiu realizar eleições presidenciais por causa de problemas ligados à logística, violência nas ruas e entraves legais. |
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