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Policiais são presos por massacre no Haiti | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O chefe da polícia haitiana, Mario Andresol, confirmou nesta segunda-feira que 14 policiais foram presos após serem acusados de participar do massacre de nove pessoas em um jogo de futebol patrocinado pelos Estados Unidos, em agosto. As mortes ocorreram durante uma partida financiada pela Agência de Desenvolvimento Internacional dos EUA (USAID, na sigla em inglês) em 20 de agosto, na favela de Martissant, em Porto Príncipe. Segundo a agência de notícias caribenha Caribbean Media Corporation, na ocasião, um contingente policial, ajudado por civis armados com machetes, matou um grupo de pessoas que assistiam ao jogo que deveria ser dedicado à paz. Há relatos de moradores de Martissant de que o número de mortos teria sido ainda maior. Partidários do ex-presidente Jean-Bertrand Aristide acusam a polícia de usar métodos brutais nos bairros da cidade que apóiam o ex-presidente. Comandantes Andresol disse que os policiais – presos no fim de semana – incluem dois comandantes, acusados de não investigarem devidamente os assassinatos. Nenhum dos dois teria enviado relatórios sobre o incidente aos superiores nem tomado alguma atitude contra os suspeitos. Investigações feitas pela missão da ONU no Haiti e a própria polícia apontaram para o envolvimento dos policiais nos crimes. Ainda nesta segunda-feira, o porta-voz do presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, disse que ele vai nomear a diplomata de carreira Janet Anderson para embaixadora do país no Haiti. Anderson já esteve em vários postos diplomáticos no Oriente Médio. |
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