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Atualizado às: 25 de novembro, 2005 - 12h41 GMT (10h41 Brasília)
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China retira moradores de área de rio contaminado
Menino chinês com chaleira para carregar água em Harbin
Moradores de Harbin estão sem água nas torneiras há três dias
Centenas de moradores que moram na região da cidade de Harbin, no nordeste da China, estão sendo retirados de suas casas em conseqüência da contaminação de um rio local.

A evacuação está ocorrendo depois que a imprensa chinesa informou que o Rio Songhua está carregando uma mancha com 100 toneladas de material tóxico, que vazou depois de uma acidente numa indústria química, há doze dias.

Entre as pessoas que estão tendo que deixar suas casas estão os 290 moradores do vilarejo de Niujiadian, muitos dos quais são pescadores, de acordo com um jornal chinês.

Há informações de que os moradores continuaram nas últimas horas pescando no rio Songhua, apesar das notícias de contaminação com benzeno, uma substância que pode provocar câncer.

Sem água

Os cerca de 3,8 milhões de moradores da Harbin vivem nesta sexta-feira o seu terceiro dia com as torneiras vazias, e a expectativa é que continuem assim pelo menos até domingo.

As autoridades suspenderam o fornecimento de água até que a mancha tóxica de 80 km tenha passado pelo trecho do atravessa a cidade.

A mancha tóxica chegou à região de Harbin na madrugada de quinta-feira e acredita-se que ela levará 40 horas para passar pela cidade.

A possibilidade de que o rio congele por causa do frio do outono pode atrasar ainda mais a passagem do material tóxico.

Rússia

Muitos moradores da cidade deixaram suas casas.

Os níveis de benzeno das águas foram considerados dez vezes acima do que é considerado seguro para a saúde.

Os moradores de Harbin vêm comprando água engarrafada e recebendo suprimentos por meio de caminhões-pipa, e poços que estão sendo criados. A imprensa local diz que algumas pessoas vêm tentando roubar água para usar em seus sistemas de calefação.

O governo espera que a mancha se dilua no caminho para a fronteira com a Rússia, à qual a mancha tóxica deve chegar em duas semanas.

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