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Atualizado às: 16 de novembro, 2005 - 14h37 GMT (12h37 Brasília)
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China rejeita pedido de Bush por mais democracia
Presidente George W. Bush
Bush disse que demanda dos chineses por democracia está crescendo
O ministro das Relações Exteriores da China, Li Zhaozing, rejeitou um apelo do presidente americano, George W. Bush, para permitir mais liberdades políticas no país, feito no início de sua viagem de oito dias pela Ásia.

Sobre a alusão de Bush a Taiwan como modelo de democracia, Li disse que o país é parte inseparável da China e não serve como exemplo a ser seguido.

Durante passagem pelo Japão, o presidente americano havia dito que "nós (os Estados Unidos) encorajamos a China a seguir pelo caminho das reformas e abertura".

Bush, em um discurso feito em Kyoto, disse que as reformas econômicas da China devem ser seguidas por maiores liberdades políticas e religiosas.

Koizumi

Ao reformar sua economia, disse Bush, "os líderes (da China) estão descobrindo que, uma vez que a porta da liberdade é aberta, mesmo um pouquinho, não pode ser fechada".

"Enquanto as pessoas da China crescem em prosperidade, suas demandas por liberdade política também vão crescer", completou

Antes, Bush elogiou o apoio dado aos Estados Unidos pelo primeiro-ministro japonês, Junichiro Koizumi, um aliado próximo na região.

A viagem de Bush pela Ásia inclui visitas à Coréia do Sul para um encontro econômico, à China e à Mongólia.

Uma China

Em relação a Taiwan, Bush ressaltou que o governo americano não mudou sua política de reconhecer a existência de apenas uma China, como alega o governo de Pequim, e que Taiwan faz parte da China.

Bush deve se reunir com o presidente chinês, Hu Jintao, ainda nesta semana.

Ele disse que vai pedir ao governo chinês que mantenha seu compromisso de combater a pirataria de programas de computação e deixar que o mercado desempenhe uma papel maior em estabelecer o valor da moeda chinesa, o Yuan.

Bush ainda elogiou Pequim por seu papel nas negociações para pôr fim à crise sobre o programa nuclear da Coréia do Norte.

O presidente americano criticou a situação dos direitos humanos na Coréia do Norte e disse que "um dia, todos os cidadãos daquela península vão viver em dignidade, liberdade e prosperidade em casa e em paz com os países vizinhos".

Depois do Japão, Bush segue para a reunião da Cooperação Econômica da Ásia e Pacífico, na Coréia do Sul, onde deve pedir maior cooperação comercial e na área de segurança, além de planos para conter uma possível pandemia de gripe aviária.

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