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Atualizado às: 16 de novembro, 2005 - 04h57 GMT (02h57 Brasília)
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Bush renova apoio à entrada do Japão no CS da ONU
Bush e o primeiro-ministro Junichiro Koizumi
Bush agradeceu Koizumi pelo apoio no Iraque e no Afeganistão
O presidente americano, George W. Bush, disse no Japão, sua primeira parada em uma viagem de uma semana pela Ásia, que continuará a apoiar o país na sua campanha por uma cadeira permanente no Conselho de Segurança da ONU.

Bush agradeceu o governo japonês pelo seu envolvimento nas negociações em torno do programa nuclear norte-coreano e elogiou o país por espalhar "democracia e liberdade" pela Ásia.

"Um Japão livre contribuiu para transformar a existência (de outros países) na região", afirmou Bush, em uma entrevista coletiva ao lado do primeiro-ministro japonês, Junichiro Koizumi, depois de um encontro entre os dois.

Bush e Koizumi, que se encontraram em Kyoto, discutiram questões comerciais e o combate à gripe aviária, entre outros assuntos.

O presidente americano também agradeceu Koizumi, seu maior aliado na região, pelo apoio às invasões do Iraque e do Afeganistão.

Koizumi, por sua vez, reconheceu que a transferência de uma base militar americana para outro local da província de Okinawa enfrentou oposição da população e de vários líderes locais.

"O governo vai fazer o seu máximo para obter o entendimento dos moradores locais, embora isso possa levar algum tempo", afirmou o premiê japonês, segundo a agência de notícias France Presse.

Japoneses contra as guerras do Iraque e do Afeganistão receberam Bush com um pequeno protesto em Kyoto, que já foi a capital do Japão.

China

Bush também falou sobre a China, país que visitará depois de passar pela Coréia do Sul, onde participa da reunião da Apec (Fórum de Cooperação Econômica Ásia–Pacífico, na sigla em inglês).

"Eu acredito que as sociedades se tornam estáveis e inteiras quando elas dão mais voz às pessoas dentro do governo", afirmou. "O que eu digo aos chineses é que uma sociedade livre é do seu interesse".

O presidente americano também defendeu que Pequim resolva as suas diferenças com Taiwan de forma pacífica, mas reiterou a política americana de "uma China".

Durante a reunião da Apec, Bush deverá defender maior cooperação nas áreas de comércio e segurança e planos internacionais para conter uma eventual epidemia de gripe aviária.

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