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Jordânia prende suposta envolvida em ataques de Amã | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A polícia da Jordânia anunciou ter prendido uma mulher suspeita de ter tentado explodir a si mesma como parte da série de atentados a bomba que atingiu a capital do país, Amã, na quarta-feira passada. De acordo com a polícia, ela se chama Sajida Mubarak Atrous al-Rishawi, é iraquiana e tem 35 anos. Durante a tarde, a TV jordaniana mostrou imagens dela confessando ter usado um cinto carregado de explosivos, a exemplo de seu marido, um dos três homens vindos do Iraque que perpetraram os ataques contra hotéis da cidade, matando 57 pessoas. Mas a bomba que ela deveria detonar não explodiu. Os três homens foram identificados como Ali Hussein Ali al-Shamari, que seria o marido da militante presa, Rawad Jassem Mohammed Abed, de 23 anos, e Safaa Mohammed Ali, da mesma idade. O vice-primeiro-ministro jordaniano, Marwan Muasher, disse que a mulher presa também era irmã de Mubarak Atrous al-Rishawi, um importante aliado de Abu Musab al-Zarqawi, o líder da Al-Qaeda no Iraque. Rishawi foi morto pelas forças dos Estados Unidos em Fallujah, no ano passado. Roupa de festa Muasher mostrou à imprensa fotos de um cinto com explosivos do tipo que costuma ser usado por militantes suicidas em atentados. Ele disse que a mulher estava usando aquele cinto no momento em que aconteceram os ataques. Ela teria participado dos preparativos do ataque contra o Hotel Radisson – os outros alvos foram os hotéis Grand Hyatt e Days Inn. Segundo Muasher, ela teria ido até o hotel com seu marido, os dois vestidos como se estivessem indo a uma festa, e entraram no salão de festas do Radisson, onde uma recepção estava acontecendo, com os explosivos por baixo das roupas. Ela teria falhado em sua tentativa de detonar os explosivos; seu marido teria dito a ela que fosse embora e em seguida se explodiu. Os quatro iraquianos teriam entrado na Jordânia de carro no dia 5 de novembro. Alguns dias depois, teriam alugado um apartamento em Amã. Eles foram do apartamento até seus alvos de táxi, segundo a polícia. |
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