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Sharon promete ação 'incessante' contra militantes | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O primeiro-ministro de Israel, Ariel Sharon, disse nesta quinta-feira que uma operação militar "abrangente" contra militantes palestinos, que está em andamento, não vai parar enquanto não puser fim às operações de grupos extremistas no país. A operação foi aprovada poucas horas depois de um atentado a bomba suicida na cidade israelense de Hadera, nesta quarta-feira, que matou cinco pessoas e feriu 30. O grupo militante palestino Jihad Islâmico assumiu a autoria do ataque, o primeiro em território israelense em quase dois meses. A organização disse que se tratou de uma retaliação pela operação militar israelense em que um de seus líderes, Luay Saadi, foi morto, na segunda-feira. O ministro da Defesa de Israel, Shaul Mofaz, disse à agência de notícias Reuters que seu país fará tudo o possível para eliminar a infra-estrutura do grupo. Aviões militares israelenses realizaram bombardeios na Faixa de Gaza nas últimas horas pela terceira noite consecutiva. |
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