|
Israel restringe movimento de palestinos | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo de Israel voltou a impor nesta segunda-feira uma série de restrições à livre circulação de palestinos na Cisjordânia e suspendeu os contatos com a Autoridade Nacional Palestina depois da morte de três colonos judeus na área. Entre as medidas estão a reinstalação de vários postos de controle e bloqueios de estradas que haviam sido desmantelados, inclusive das saídas de Belém e Hebron. Veículos palestinos também serão proibidos de circular em algumas das principais estradas da Cisjordânia. O grupo militante palestino Brigada dos Mártires Al-Aqsa reivindicou a autoria do ataque, realizado perto do assentamento de Gush Etzion, no domingo. O tiroteio que resultou em mortes interrompeu um período de calmaria na região desde a retirada das tropas israelenses da Faixa de Gaza. O porta-voz do Minsitério do Exterior, Mark Regev, disse à agência de notícias Reuters que "será adotada ação defensiva em campo" e os contatos com os palestinos seriam suspensos. Acredita-se que militantes palestinos realizaram o ataque de domingo. Israel acusa a Autoridade Nacional Palestina de não fazer o suficiente para impedir ataques do tipo. As autoridades israelenses disseram que vão reverter uma decisão tomada há algumas semanas de afrouxar as restrições de viagem para palestinos na Cisjordânia no mês sagrado dos muçulmanos, Ramadã. A iniciativa israelense deverá aumentar a pressão sobre o líder palestino, Mahmoud Abbas, às vésperas de sua visita a Washington, para conversações com o presidente americano, George W. Bush, nesta semana, disse o correspondente da BBC em Jerusalém, Matthew Price. |
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||