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Exército de Israel mata comandante do Jihad Islâmico | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um dos comandantes do grupo militante palestino Jihad Islâmico foi morto a tiros em uma operação das forças israelenses na cidade de Tulkarem, na Cisjordânia, segundo informações da Rádio de Israel. Luay Saadi teria ajudado a realizar ataques com bombas recentes nas cidades de Tel Aviv e Netanya. Outro atirador palestino também teria sido morto por soldados israelenses na operação em Tulkarem. Na sexta-feira, dois palestinos foram mortos a tiros por soldados israelenses perto da mesma cidade. Um porta-voz do Exército israelense disse que os palestinos foram mortos em um tiroteio, mas testemunhas afirmam que os soldados abriram fogo contra manifestantes que estavam jogando pedras contra um veículo do Exército. Ataques Luay Saadi foi morto depois de as forças israelenses terem cercado a casa em que ele estava se escondendo. O outro morto foi identificado como Majed al-Askar e pertenceria ao grupo militante Brigada dos Mártires de Al-Aqsa. Testemunhas afirmaram à agência de notícias Associated Press que uma grande poça de sangue foi deixada no local onde o homem foi atingido. A Rádio Israel confirmou que o comandante do Jihad Islâmico estava entre os mortos, mas não especificou qual dos dois atiradores mortos ele era. Os palestinos não confirmaram a morte. O Jihad Islâmico seria o responsável por recentes ataques com bombas contra a casa noturna Stage, em Tel Aviv em fevereiro, e outro na cidade costeira de Netanya. Outro grande grupo militante palestino, Hamas, afirma que continua obedecendo à trégua informal. |
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