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Nos EUA, ex-líder republicano pede troca de juiz | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O ex-líder da maioria republicana na Câmara dos Representantes dos Estados Unidos Tom DeLay compareceu a um tribunal do Texas nesta sexta-feira para responder a acusações de lavagem de dinheiro e conspiração. O tribunal, no entanto, decidiu adiar a primeira audiência judicial sobre o caso, depois que o advogado de Delay pediu que o juiz responsável pelas investigações fosse trocado. Ele argumentou que o juiz, Bob Perkins, fez contribuições para o Partido Democrata e, portanto, não conduziria o processo com imparcialidade. DeLay, um aliado próximo do presidente George W. Bush, teve sua prisão decretada e teve de se apresentar à polícia nesta semana para ter sua fotografia tirada e suas impressões digitais registradas. Ele pagou fiança de US$ 10 mil (cerca de R$ 22,4 mil) para ser responder ao processo em liberdade. Lavagem DeLay e outras duas pessoas são acusados de envolvimento em um esquema para a lavagem de US$ 190 mil em doações de corporações pelo Comitê Nacional Republicano (NRC, na sigla em inglês) para distribuir para os candidatos republicanos ao Legislativo do Texas. O dinheiro teria sido enviado ao NRC pelo Comitê de Ação Política Texanos por uma Maioria Republicana (TRMPAC, na sigla em inglês), criado por DeLay no Texas, Estado que representa, nas eleições estaduais de 2002. As leis texanas proíbem o uso de dinheiro de corporações em campanhas políticas. DeLay foi indiciado no esquema no último dia 28, e renunciou à liderança da bancada em seguida, mas manteve seu mandato de congressista. |
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