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EUA libertam 500 prisioneiros de Abu Ghraib, em Bagdá | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Exército dos Estados Unidos libertou mais 500 detentos da prisão de Abu Ghraib, no Iraque. Um porta-voz do Exército dos Estados Unidos disse que os militares americanos estão trabalhando junto com o governo iraquiano para libertar os prisioneiros que não foram acusados de crimes graves. No início da semana passada, outros 500 presos já haviam sido soltos. A medida coincide com o início do mês do Ramadã que é considerado sagrado pelos muçulmanos. A prisão de Abu Ghraib ganhou notoriedade no ano passado por ser o palco dos maus-tratos a prisioneiros iraquianos por parte de soldados americanos revelados em imagens divulgadas pela imprensa. Ofensiva No oeste do Iraque, os militares dos Estados Unidos lançaram uma ofensiva contra "insurgentes ligados à rede Al-Qaeda". Um comunicado do Exército informa que mil soldados americanos foram enviados para um local próximo à fronteira com a Síria. Segundo o texto, Sadah, na província de Anbar, é um "santuário terrorista". A ofensiva começou no sábado de manhã, no horário local, com ataques aéreos de helicópteros seguidos por incursões terrestres. Médicos locais disseram à BBC que dois carros com civis que tentavam fugir da cidade foram atingidos durante o ataque, matando dez pessoas, entre elas, três crianças. |
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