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Espanha e Marrocos vão reforçar segurança em enclaves | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os governos da Espanha e do Marrocos anunciaram que vão reforçar a segurança nos enclaves espanhóis de Ceuta e Melilla, no Marrocos, depois que cinco pessoas morreram tentado cruzar a fronteira entre o Marrocos e Ceuta na última madrugada. O anúncio foi feito pelo primeiro-ministro espanhol, Jose Luis Zapatero, depois de se reunir com o premiê marroquino em Sevilha, na Espanha. As autoridades espanholas e marroquinas culpam umas às outras pelos tiros disparados contra os imigrantes, mesmo os de balas de borracha. A Espanha anunciou que vai enviar 400 tropas para a região, na costa norte africana, e há informações de que o Marrocos realizou centenas de prisões e enviou 500 agentes de segurança, além de três helicópteros, para evitar um ataque semelhante em Melilla. Há informações de que centenas de pessoas estavam tentando forçar a passagem em Ceuta por uma cerca, o que lhes daria acesso à Espanha. Pelo menos dois mortos teriam sido sufocados enquanto a multidão tentava passar por sobre a barreira. Um hospital recebeu 28 pessoas que ficaram feridas nos distúrbios. Nesta semana, centenas de imigrantes africanos já haviam tentando passar do Marrocos para Melilla, depois de a Espanha anunciar que iria dobrar a altura da cerca na fronteira. Na ocasião, 40 imigrantes e cinco policiais espanhóis ficaram feridos em enfrentamentos com os imigrantes. Os enclaves são vistos por muitos imigrantes ilegais como uma porta de entrada na União Européia. |
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