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Itália repatria 180 imigrantes ilegais | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A Itália repatriou 180 imigrantes ilegais, que chegaram ao país de barco, aportaramdp na pequena ilha de Lampedusa, numa onda de imigração em massa. Dois aviões fretados levaram-nos de volta à Líbia, o país de onde teriam partido na última terça-feira. Mas o escritório italiano da Anistia Internacional criticou fortemente a decisão, dizendo que ela é uma violação das leis italiana e internacional. Mais de mil imigrantes chegaram à ilha nas últimas 48 horas. "As pessoas deportadas não foram identificadas de maneira apropriada", disse a Anisitia, num comunicado. "Elas não foram informadas sobre seu direito de requerer asilo na Itália, e não tiveram oportunidade de fazê-lo, se quisessem", acrescentou. Apelo Apesar da repatriação forçada, o centro de recepção de imigrantes da ilha, com capacidade para 200 pessoas, abriga atualmente mais de 700. O prefeito de Lampedusa, Bruno Siragusa, fez um apelo à União Européia. "Ajude-nos. O centro está explodindo", disse ele, segundo o jornal italiano La Gazetta del Mezzogiorno. "Dê nos uma mão para cuidar de uma emergência, que não é apenas da Itália, mas de toda a Europa", afirmou. A Itália tem um acordo com a Líbia para deportar imigrantes ilegais, e centenas deles já foram enviados para seu local de origem anteriormente. |
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