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Acusado de envolvimento no 11/9 é condenado a 27 anos | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A Justiça espanhola condenou nesta segunda-feira a 27 anos de prisão um dos homens acusados de ajudar a organizar os ataques de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos. Imad Yarkas, nascido na Síria, é tido como o líder de uma célula da Al-Qaeda descoberta pela polícia espanhola há quatro anos. O anúncio foi feito por um tribunal que julgou, no total, 24 suspeitos. Yarkas foi condenado junto com outros 17 homens, que pegaram penas de seis a 11 anos. Os outros seis suspeitos foram absolvidos. Jornalista Esse foi o maior julgamento de pessoas acusadas de ser extremistas islâmicos já realizado na Europa. Entre os condenados está um ex-jornalista da rede de televisão árabe Al-Jazeera, que foi condenado a sete anos de prisão por ter colaborado com a rede Al-Qaeda. A rede de TV prometeu apelar contra a sentença. O julgamento começou antes dos ataques de 11 de março de 2004 em Madri, que mataram 191 pessoas, e foi visto como um teste para o julgamento dos suspeitos de envolvimento no incidente, que deve ser iniciado em 2006. A célula liderada por Yarkas, de 42 anos, teria dado apoio logístico e financiado pessoas que planejaram os ataques de 11 de setembro. Yarkas disse que o julgamento era uma farsa, negou conhecer o líder da Al-Qaeda, Osama Bin Laden, e condenou os ataques nos Estados Unidos. |
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