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Polícia prende três supostos militantes em Barcelona | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A polícia espanhola anunciou a prisão, nesta quarta-feira, de três homens suspeitos de serem militantes islâmicos. A prisão ocorreu na cidade de Barcelona. Segundo o Ministério do Interior da Espanha, os homens têm cidadania marroquina e estavam tentando obter explosivos de um vendedor intermediário na Europa Central. Na noite de terça-feira, um juiz espanhol indiciou um marroquino suspeito de planejar os ataques de 11 de março em Madri com 191 acusações de assassinato. Hasan al Haski, de 41 anos, também foi acusado de mil tentativas de assassinato e de fazer parte de um grupo militante. Ilhas Canárias Haski foi preso junto com três outros homens nas ilhas Canárias na semana passada. Na avaliação do juiz Juan del Omo, Haski é líder do Grupo Combatente Marroquino Islâmico (MICG, na sigla em inglês). Os outros três presos nas ilhas Canárias também são cidadãos marroquinos e suspeitos de integrar o MICG, que teria ligações com a rede Al-Qaeda, de Osama Bin Laden. O grupo é acusado ainda de planejar as explosões de maio de 2003 na cidade de Casablanca. Por esse atentado, que matou mais de 45 pessoas, incluindo 12 militantes suicidas, Haski vem sendo interrogado pelo juiz espanhol Baltasar Garzon. Haski, que nega todas as acusações, teve pagamento de fiança negado depois da audiência na Corte Nacional da Espanha. Integrantes desse grupo estariam tentando montar uma base nas ilhas Canárias, localizadas no norte da África. As autoridades espanholas já prenderam mais de 120 pessoas acusadas de envolvimento nos atentados de Madri. O primeiro-ministro da Espanha, José Luís Rodriguez Zapatero, anunciou na terça-feira um plano especial de segurança para combater possíveis tentativas de atentados em seu país durante o Natal. |
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