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Tropas egípcias já estão na fronteira com Gaza, diz governo | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Tropas do Egito começaram a ser posicionadas ao longo da fronteira entre o país e a Faixa de Gaza neste sábado, como parte do plano de retirada israelense do território. Há uma semana, Egito e Israel acertaram que 750 soldados egípcios assumiriam o controle da fronteira para tentar conter o suposto contrabando de armas por palestinos na região. O representante do Egito na cidade fronteiriça de Rafah, Mohammed Youssef, anunciou que 250 soldados já estão na divisa. O trânsito de palestinos a partir da Faixa de Gaza para o Egito será proibido durante seis meses - uma medida que Israel diz ser temporária, mas que os palestinos temem ser definitiva. Retirada Na sexta-feira, o Exército israelense demoliu o último posto militar na Faixa de Gaza, também em preparação para a entrega do controle do território à Autoridade Palestina. Grandes estrondos foram ouvidos quando tropas israelenses explodiram escritórios de segurança, bunkers e torres de observação como parte da retirada total dos antigos assentamentos judaicos em Gaza. Uma cerimônia para marcar o fim da presença militar está prevista para este domingo, mas o ministro israelense da Defesa, Shaul Mofaz, disse que o processo pode ser adiado em um dia para permitir a demolição de 25 sinagogas erigidas nos antigos assentamentos. Um grupo de rabinos entrou na Justiça para tentar impedir a destruição, mas a Suprema Corte de Israel rejeitou o pedido. O tribunal aceitou o argumento de que deixar as sinagogas no território palestino exporia os templos judaicos à profanação. |
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