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Bomba mata quatro soldados dos EUA no Iraque | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Quatro soldados americanos foram mortos nesta quinta-feira pela explosão de uma bomba em uma estrada no norte do Iraque. O ataque aconteceu quando os militares estavam patrulhando uma região próxima à cidade de Samarra, 100 km ao norte de Bagdá. Há também informações não confirmadas de que uma bomba teria explodido em uma estrada da capital iraquiana, atingindo um comboio militar americano e ferindo vários soldados. A polícia iraquiana também divulgou que supostos insurgentes mataram o juiz Jassim Whayib, do Tribunal de Recursos de Karkh, e seu motorista durante ataque ao carro em que eles transitavam em Bagdá. Mesquita invadida Ainda em Bagdá, soldados americanos mataram três civis durante uma incursão em uma casa no distrito de Amariya, no oeste da cidade, de acordo com a agência de notícias Reuters. Manifestantes saíram às ruas para protestar durante o enterro dos três, que eram irmãos, segundo a agência de notícias Associated Press. Em Fallujah, cidade que era um foco de grupos insurgentes até uma ofensiva americana realizada em novembro do ano passado, a polícia registrou um ataque a granadas, que feriu dois agentes iraquianos. Já na cidade de Ramadi, 110 km ao oeste de Bagdá, um grupo de homens armados invadiu uma mesquita onde estava sendo realizada uma reunião de importantes clérigos muçulmanos sunitas. Segundo a agência de notícias EFE, cinco guarda-costas do governador de Ramadi, que se encontrava presente, morreram em enfrentamentos com os invasores. Prisões reforçadas Ainda nesta quinta-feira, as Forças Armadas dos Estados Unidos anunciaram que mais 700 soldados serão enviados para o Iraque. Eles vão reforçar a segurança nas prisões administradas pelos americanos no país. Atualmente as prisões americanas no Iraque abrigam 11 mil prisioneiros - um número que vem crescendo na medida em que continua a ação de insurgentes e que representa o dobro do registrado em setembro do ano passado. Os reforços vão ser enviados no decorrer dos próximos dois meses, segundo o Pentágono. |
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