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ONG diz que Brasil atrapalha reforma sobre genocídio | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A organização não-governamental de origem britânica Oxfam acusa o Brasil, entre outros países, de bloquear planos de reforma da ONU com o objetivo de criar mecanismos de ação mais eficazes contra genocídios. A organização defende que os membros das Nações Unidas se comprometam a agir coletivamente e de forma rápida em casos como o de Ruanda, em 1994, quando algo entre 800 mil e 1 milhão de pessoas foram mortas em apenas algumas semanas de conflito. A Oxfam afirma que o Brasil está entre países – como Estados Unidos, Índia e Rússia – que se opõem a um texto “mais forte” na obrigação das nações de protegeram a população civil que seja vítima de um genocídio. “Pedimos para que os países revejam sua posição e concordem emproteger civis de assassinatos em massa e massacres”, disse a entidade em um comunicado. A ONG também afirmou que nações como Síria, Cuba e Irã têm mostrado resistência a um texto mais incisivo. Entre as nações que defendem um texto forte estão Argentina, Ruanda, África do Sul e Canadá. A entidade está defendendo um novo acordo que obrigue as nações a agirem em casos de genocídio nos quais o governo do país atingido não tome uma atitude. |
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