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Homens de força de paz são seqüestrados no Sudão | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Funcionários da União Africana (UA) que participam da missão de paz que atua em Darfur, no Sudão, foram seqüestrados neste sábado. Entre os seqüestrados, estão observadores militares, policiais, um enviado americano e um representante dos rebeldes na região, segundo o presidente da UA no Sudan, Jean Baptiste Natama. De acordo com a União Africano, os prováveis autores do seqüestro são uma facção dissidente de rebeldes de Darfur chamada Movimento por Justiça e Igualdade. No sábado, dois soldados da mesma organização foram e dois civis foram mortas na mesma área. “Estamos preocupados com os dois incidentes”, disse o prota-voz da UA, Adam Thiam. “Estamos preocupados porque isso significa que a União Africana está sendo atacada como uma força de combate, enquanto na verdade é uma força de paz.” As mortes do sábado foram as primeiras entre os 6 mil soldados que estão em Darfur para tentar manter a trégua entre as forças pró-governo, de origem árabe, e os rebeldes da região. Uma guerra civil atinge a região sul do país desde 1993 e já deixou milhares de mortos de cerca de 2 milhões de refugiados. |
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