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Rice exige desculpa do Sudão por tratamento à comitiva | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, disse que vai exigir um pedido de desculpas do governo depois que parte da sua comitiva e repórteres americanos foram maltratados por guardas em sua visita ao Sudão, nesta quinta-feira. "Me deixa muito irritada estar sentada com o presidente enquanto isso acontece", ela disse a jornalistas depois do encontro com o presidente Omar Hassan al-Bashir, a quem parabenizou pelo acordo de paz que pôs fim a 21 anos de guerra civil entre o norte e sul do país. Guardas e oficiais sudaneses empurraram jornalistas americanos para fora da reunião entre Rice e al-Bashir, no palácio presidencial, em Cartum. Os oficiais também bloquearam a passagem de alguns integrantes da comitiva de Rice, inclusive do intérprete da secratária, segundo a agência de notícias Associated Press. O representante sudanês em Washington, Khidir Haroun Ahmed, falando a jornalistas, pediu repetidas desculpas pelo incidente. Darfur O novo governo do Sudão tomou posse no último dia 9. Apesar de ter parabenizado o governo por alcançar a paz entre norte e sul, Rice disse que o governo precisa fazer mais para acabar com o conflito no leste do país, segundo a agência de notícias Reuters. O governo americano acusa o governo do Sudão de patrocinar e armar as milícias Janjaweed que tem massacrado os moradores da região. Mais de 180 mil pessoas morreram nos conflitos, que obrigou mais de 2 milhões de pessoas a fugir de suas casas. Antes de deixar os Estados Unidos, Rice disse que a posição americana em relação a Darfur é de que está ocorrendo um genocídio na região. |
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