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Paquistão 'vai expulsar estrangeiros de escolas islâmicas' | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente do Paquistão, Pervez Musharraf, disse nesta sexta-feira que os cerca de 1,4 mil estrangeiros que estudam nos seminários islâmicos no país terão que abandonar essas escolas. Não está claro quando entra em vigor a sua determinação. "Todos os estrangeiros terão que ser retirados" das mais de 10 mil madrassas do Paquistão, disse Musharraf. O presidente disse ainda que não serão mais concedidos vistos para estrangeiros que desejam estudar nas escolas islâmicas do Paquistão. Em resposta a notícias de que os suspeitos de serem os homens-bomba dos atentados em Londres tinham freqüentado madrassas no Paquistão, centenas de pessoas foram presas em incursões da polícia nas escolas islâmicas e mesquitas. Registro A proibição de estudar nas madrassas também se aplica aos detentores de dupla nacionalidade. O presidente paquistanês reiterou ainda que todos os seminários islâmicos na país teriam que se registrar com o governo até o fim deste ano. Na semana passada, Musharraf determinou uma ofensiva contra extremistas. As forças de segurança dizem que até esta sexta-feira mais de 600 suspeitos de serem militantes e clérigos islâmicos foram presos. |
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