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Paquistão prende 200 em conexão a ataques a Londres | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A polícia do Paquistão afirmou ter detido mais de 200 pessoas desde a noite desta terça-feira por suspeita de que elas tiveram ligação com os atentados em Londres, que mataram 56 pessoas no dia 7 de julho. As batidas policiais aconteceram em escolas religiosas, mesquitas e outros locais na capital do país, Islamabad, em três cidades da Província de Punjab (leste do país) e no noroeste. Sabe-se que três dos quatro britânicos de origem paquistanesa acusados de terem cometido os atentados visitaram o Paquistão. Os detidos enfrentam agora interrogatório para determinar se eles teriam tido contato com esses britânicos ou com grupos militantes islâmicos. Apoio A escola religiosa Lal Masjid, em Islamabad, é suspeita de apoiar um grupo militante que foi banido pelo governo. A batida policial na escola aconteceu por volta da meia-noite e resultou na prisão de dois clérigos e dezenas de estudantes. Pouco depois, centenas de estudantes foram ao local protestar contra as prisões. Eles entoaram slogans anti-americanos e contrários ao presidente do país, Pervez Musharraf, antes de serem dispersados pela polícia com bombas de gás lacrimogêneo. Musharraf deve anunciar, ainda nesta quarta-feira, novas medidas para reprimir extremismo religioso. Ele prometeu apoio total às investigações da polícia britânica. |
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