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Brasil discute ampliação de conselho da ONU | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Ministros das Relações Exteriores de Brasil, Alemanha, Índia e Japão estão se reunindo neste domingo em Nova York, para discutir o aumento do número de assentos permanentes no Conselho de Segurança da ONU. Os quatro países, que integram o chamado G-4, querem criar mais seis vagas no conselho - quatro para eles, mais duas para nações da África. Os representantes africanos fazem uma reivindicação semelhante, mas querem também que os novos membros tenham poder de veto. Os expoentes africanos irão se encontrar com os ministros do G-4 para tentar chegar a uma posição comum. Divergências Uma outra facção, chamada de Unidos pelo Consenso que inclui Paquistão, Argentina, Canadá e México, quer uma ampliação do Conselho Permanente da ONU, mas pleiteia apenas dez vagas como membros não-permanentes. Segundo analistas ouvidos pela BBC Brasil, a proposta defendida pelo Brasil e por seus aliados esbarra em disputas regionais. A China se oporia à adesão do Japão e o Paquistão seria contrário à entrada Os Estados Unidos também já disseram ser contrários à proposta do G-4. |
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