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Atualizado às: 27 de junho, 2005 - 21h50 GMT (18h50 Brasília)
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Bush diz não se opor a 'nenhum candidato' ao Conselho da ONU
Bush
Schröder (à dir.) se disse feliz com o diálogo com Bush
O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, disse nesta segunda-feira que não se opõe à "tentativa de nenhum país de se candidatar a uma vaga permanente no Conselho de Segurança da ONU" (Organização das Nações Unidas).

A declaração foi feita após um encontro entre Bush e o chanceler alemão, Gerhard Schröder, em Washington.

A Alemanha tenta junto com o Brasil, a Índia e o Japão uma cadeira permanente no Conselho, como parte de uma ampla reforma na ONU.

"Fiquei muito feliz de saber que não há oposição. Nós estamos de acordo que as reformas são necessárias e precisam ser realizadas urgentemente", disse o chanceler alemão.

Até agora, os Estados Unidos apenas endossaram a candidatura do Japão para um assento permanente – privilégio que atualmente só Grã-Bretanha, China, França, Rússia e Estados Unidos têm.

O governo americano já deixou claro que só apoiará mais uma candidatura, provavelmente de um país em desenvolvimento, segundo especialistas.

Schröder, no entanto, disse que Bush elogiou a contribuição da Alemanha para as missões de paz no Afeganistão e nos Bálcãs e também para a reconstrução do Iraque.

Iraque

Bush e Schröder também discutiram a situação no Iraque.

Desde a guerra, as relações entre Estados Unidos e Alemanha estavam estremecidas por conta das críticas feitas pelo chanceler alemão à invasão liderada pelos americanos.

Mas segundo o correspondente da BBC em Washington Jonathan Beale, os dois líderes fizeram declarações de unidade após o encontro desta segunda-feira.

Sobre o Irã, Bush disse que não haverá mudança nas políticas americanas relacionadas ao país, que acaba de eleger um presidente linha-dura, Mahmood Ahmadinejad.

"Não é nunca livre e justo quando um grupo de pessoas, sem serem eleitas, decidem quem estará nas cédulas de votação", afirmou Bush.

O presidente americano disse ao líder alemão que continuará apoiando os esforços de Grã-Bretanha, França e Alemanha de persuadir o Irã a não desenvolver armas nucleares.

Os Estados Unidos ameaçam pedir ao Conselho de Segurança que imponha sanções ao Irã caso os diálogos com a Europa fracassem.

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