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Suspeito de atentado 'morreu em ônibus de Londres', diz polícia | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A polícia britânica informou nesta terça-feira que um dos suspeitos pelos atentados da semana passada morreu na explosão que destruiu o ônibus na Praça Tavistock. A explosão deixou ao todo 13 mortos. As autoridades não esclareceram se o homem morto cometeu um ataque suicida ou se a explosão não estava programada. Também na tarde desta terça-feira, a polícia britânica fez uma série de prisões em conexão com os atentados. A identidade dos presos está sendo mantida em sigilo. As prisões são conseqüência de uma operação de busca na qual os policiais também realizaram uma explosão controlada em uma casa em Leeds, norte da Inglaterra, onde estão ocorrendo as buscas. Cerca de 500 pessoas foram evacuadas de casas, de uma mesquita, de um posto de saúde e de um asilo da região. A operação foi realizada no mesmo dia em que o chefe da polícia londrina, Ian Blair, alertou que Londres e Nova York permanecem "grandes alvos de terroristas". Ele disse ainda que é provável que haja outro atentado em Londres, mas que não se sabe quando. Segundo o repórter da BBC Frank Gardner, a polícia agiu com base em informações coletadas nos locais dos atentados na capital. Confirmação oficial Em Londres, o primeiro-ministro, Tony Blair, assinou o livro oficial de condolências para as vítimas, na prefeitura. Nesta terça-feira, a polícia identificou quatro vítimas da bomba que atingiu o ônibus em Tavistock Square, no centro de Londres. As famílias de duas delas concordaram em divulgar os nomes. Eles são Jamie Gordon, de 30 anos, e Philip Stuart Russell, de 29 anos. As famílias das outras duas vítimas pediram que os nomes delas permaneçam em sigilo até que o inquérito judicial seja aberto na quarta-feira. Na segunda-feira, as autoridades britânicas divulgaram pela primeira vez o nome de uma vítima – Susan Levy, 53 anos, casada e mãe de dois filhos já adultos. Caçadas vigorosas Na segunda-feira, Blair prometeu uma das caçadas policiais mais "vigorosas e intensas" do país para pegar os responsáveis pelos atentados. "Nós vamos buscar os responsáveis onde quer que estejam e não vamos descansar até que eles sejam identificados e, assim que possível, levados à Justiça." Já o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, disse que os atentados foram um ataque ao mundo civilizado. "Esse tipo de gente que explode metrôs e ônibus não são pessoas com quem se pode negociar ou argumentar, ou pacificar. Diante de tais adversários, só há uma forma de agir. Nós vamos continuar a combater o inimigo e vamos lutar até que o inimigo seja derrotado", disse Bush. O número para informações sobre desaparecidos é: 44 (0) 870 156 6344. |
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