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Manifestantes anti-G8 são levados à Justiça na Escócia | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Cerca de cem pessoas comparecem nesta terça-feira à Justiça em Edimburgo, na Grã-Bretanha, depois de terem sido presas durante confrontos entre a polícia e manifestantes que se opõem ao encontro do G8. Os manifestantes entraram em choque com cerca de mil policiais no centro da cidade, que ficou paralisado durante seis horas nesta segunda-feira. A polícia foi acusada de reagir com força excessiva aos protestos, mas insiste que sua ação foi adequada à situação. Mais de 20 manifestantes e policiais ficaram feridos durante os confrontos. A cúpula dos líderes do G8 (EUA, Japão, Alemanha, França, Grã-Bretanha, Itália, Canadá e Rússia) começa na quarta-feira em Gleneagles, na Escócia. Reação robusta A polícia avisou que está preparada para qualquer problema que possa emergir das audiências judiciais desta terça-feira. “Novamente vamos responder de forma robusta”, disse o superintendente da polícia local, Charles Michie. “Não vamos tolerar nenhuma interferência com o processo judicial, isso não é aceitável em um país democrático:” Três tribunais foram designados para as audiências. Manifestantes dizem que não houve distúrbios em Edimburgo na segunda-feira, e que foram as pessoas que participavam dos protestos que foram hostilizados pela polícia. Mas o subchefe de polícia Tom Halpin disse que um pequeno grupo de pessoas estava disposto a causar “o máximo de problemas possível”. “Há evidências de que armas foram trazidas à cidade por manifestantes, apesar da aparência bem-humorada deles.” |
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