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Atualizado às: 28 de maio, 2005 - 00h07 GMT (21h07 Brasília)
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Conferência sobre armas nucleares termina sem acordo
Instalação nuclear de Yongbyon, na Coréia do Norte
Comunidade internacional está preocupada com usina nuclear de Yongbyon, na Coréia do Norte
Depois de quatro semanas de debates, a conferência da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre armas nucleares não conseguiu chegar a um acordo sobre novas medidas para impedir sua proliferação.

O brasileiro Sérgio de Queiroz Duarte, que presidiu a conferência, disse que decidiu encerrar os trabalhos por causa das grandes divergências entre os países participantes.

O encontro, realizado em Nova York, tinha o objetivo de rever o Tratado de Não-Proliferação Nuclear assinado em 1970, para fechar brechas que podem permitir que países sem armas atômicas obtenham essa tecnologia.

O diretor da Agência Internacional de Energia Atômica da ONU, Mohammed El Baradei, disse que a falta de progressos nas conversações é preocupante.

Baradei pediu que os líderes mundiais se concentrem no assunto.

O fracasso da conferência ocorre em um momento em que as atividades nucleares da Coréia do Norte e do Irã atraem a atenção para a questão da não-proliferação nuclear.

O tratado de 1970 tem 188 países signatários. Segundo o analista da BBC para assuntos diplomáticos, Jonathan Marcus, o acordo, de maneira geral, funcionou, limitando a propagação de armas nucleares pelo mundo.

Três comitês separados discutiram áreas do tratado - desarmamento nuclear, salvaguardas para programas nucleares nacionais e o uso pacífico de energia atômica.

Defensores do controle de armamentos disseram que a delegação dos Estados Unidos foi à conferência com a intenção de se concentrar no lado de não-proliferação e não quis dar espaço para discutir as promessas americanas de reduzir seu próprio arsenal nuclear, disse Marcus.

Antes do início das conversações, o secretário-geral da ONU, Kofi Annan, pediu aos líderes mundiais que reforçassem seu compromisso com o tratado e para os antigos rivais na Guerra Fria - Rússia e Estados Unidos - que reduzissem seus atuais arsenais atômicos.

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