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Juiz rejeita declaração de culpa de soldado dos EUA | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um juiz militar rejeitou a declaração de culpa da soldado americana Lynndie England durante julgamento em corte marcial sobre os abusos a detentos na prisão de Abu Ghraib, no Iraque. Na segunda-feira, a soldado havia admitido culpa em um acordo para tentar reduzir sua sentença de prisão para um máximo de 11 anos. Mas, segundo o juiz, o tribunal tem provas substanciais que sugerem que England estava apenas seguindo ordens e que, portanto, não sabia que estava fazendo algo errado. Charles Garner, ex-namorado de England e acusado de ser o líder dos abusos cometidos em Abu Ghraib, teria prestado depoimento dizendo que foi ele quem pediu que ela posasse para fotografias que revelaram os abusos. O juiz disse que a soldado deveria mudar a sua declaração de culpada para inocente se ela acreditar que estava apenas seguindo ordens. Imagens da soldado England sorrindo e apontando para iraquianos nus chocaram os Estados Unidos e o restante do mundo. Ela está no grupo de nove soldados que foram acusados de maus-tratos a prisioneiros iraquianos em Abu Ghraib no fim de 2003. Graner foi condenado por uma corte marcial e recebeu uma pena de 10 anos de prisão. A soldado England, de 22 anos, responde a nove acusações, que podem levá-la a cumprir até 16 anos de prisão. |
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