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Chileno é eleito secretário-geral da OEA após impasse | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O chileno Jose Miguel Insulza foi confirmado como o novo secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA) nesta segunda-feira. Ele foi eleito com 31 votos dos 34 países-membros após a desistência de dois candidatos conservadores apoiados pelos Estados Unidos. A votação teve duas abstenções e um voto em branco. Na última sexta-feira, o ministro das Relações Exteriores do México, Ernesto Derbez, anunciou sua desistência de concorrer pelo posto, mas não apresentou seus motivos. Derbez era o candidato preferido dos Estados Unidos, mas o país afirmou que tanto ele como Insulza resultariam em um bom secretário-geral da OEA. Os dois candidatos permaneceram empatados em cinco votações envolvendo os países membros da OEA até que Derbez retirou sua candidatura. Antes de Derbez, o ex-presidente de El Salvador Francisco Flores também retirou sua candidatura. Democracia Insulza ocupava o posto de ministro do Interior do governo socialista chileno. Ele contou com o apoio de vários governos da América Latina de tendência esquerdista. No entanto, o Peru e a Bolívia - dois vizinhos chilenos - se recusaram a apoiá-lo. Ambos os países têm disputas territoriais com o Chile. Insulza prometeu promover a democracia entre os 34 países que compõem a OEA. Ele expressou a esperança de Cuba, o único país do continente a não integrar a Organização, rever sua posição e disse que chegar a um acordo para o fim da guerrilha colombiana deve ser outra prioridade. |
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