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Governo egípcio rechaça volta da violência ao país | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Autoridades do Egito negaram que os principais grupos militantes islâmicos do país tenham retomado ações violentas, apesar da morte de três suspeitos em dois ataques a turistas no Cairo, no sábado. Segundo o governo, os ataques ocorreram durante uma operação policial contra uma pequena organização responsabilizada pela explosão que havia matado três turistas no início de abril, também na capital egípcia. Nos ataques de sábado, um homem, Ehab Yousri Yassin, morreu quando a bomba que levava explodiu, enquanto era perseguido pela polícia perto do Museu Nacional, no centro do Cairo. Logo depois, duas mulheres cobertas por véus abriram fogo contra um ônibus que levava turistas. A polícia afirmou que uma das mulheres matou a outra e depois se suicidou. Acredita-se que elas sejam a irmã e a noiva de Yassin. Turismo ameaçado Com os dois ataques, pelo menos dez pessoas ficaram feridas, entre elas alguns estrangeiros. Nos anos 90, grupos militantes realizaram uma série de atentados no Egito. O correspondente da BBC no Cairo Paul Wood afirma que há temores de uma nova campanha feita por militantes islâmicos contra alvos em pontos turísticos. Como o turismo é uma das principais fontes de renda do Egito, isso prejudicaria a economia do país. Atualmente, o Egito está sob estado de emergência, com cerca de 16 mil pessoas suspeitas de serem militantes presas. |
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