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Egito diz que identificou suspeitos de ataque | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A polícia do Egito afirma ter identificado o homem-bomba responsável pelo atentado da última quinta-feira no Cairo. De acordo com detetives, o suicida pode ter sido ajudado por mais três homens. O atentado, o primeiro ocorrido na capital nos últimos 7 anos, matou um americano e dois franceses. Segundo as investigações, o homem-bomba vivia numa área pobre do Cairo e tinha uns 20 anos. A polícia, no entanto, não divulgou o nome do suspeito. De acordo com relatos, os demais suspeitos não estariam ligados a nenhum grupo militante islâmico. O ataque, que deixou pelo menos 17 feridos, ocorreu na parte velha do Cairo, uma zona histórica e repleta de turistas. Turismo O correspondente da BBC no Cairo disse que as autoridades querem manter o atentado como um incidente isolado. O objetivo é evitar qualquer prejuízo para o turismo, uma das maiores fontes de receita do Egito. O grupo islâmico, al-Gamma al-Islamiya, que assumiu a autoria de vários atentados contra alvos turísticos durante os anos 90, condenou o último ataque. Existem, no entanto, vários grupos militantes islâmicos atuando no Egito contra áreas turísticas. Em outubro passado, 34 pessoas foram mortas durante um ataque contra hotéis de luxo na Península do Sinai. Em 1997, homens armados mataram 68 pessoas em dois ataques separados. Um no centro do Cairo e outro perto da cidade de Luxor, no sul do do Egito. Os atentados lançaram a lucrativa indústria turística do Egito numa grave crise. |
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