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Americano é 3ª vítima fatal de atentado no Cairo | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um americano morreu em decorrência dos ferimentos que sofreu no atentado a bomba de quinta-feira realizado no centro histórico de Cairo, a capital do Egito. O ataque matou também uma francesa e um homem de nacionalidade não-identificada que, acredita-se, pode ter sido o autor do atentado. O atentado foi realizado em um movimentado mercado da cidade e feriu outras 18 pessoas. A área do ataque costuma ser visitada por muitos turistas. Ainda não há informações sobre quem poderia ter realizado o atentado. É o primeiro ataque registrado em Cairo em sete anos. Segundo informações da embaixada americana no Cairo, há vários americanos entre os feridos. A representação dos Estados Unidos em Cairo também aconselhou americanos a evitar a área do ataque. Bomba O general Nabil al-Azabi, que comandava a divisão de Segurança no Cairo, disse que as investigações iniciais indicam que o explosivo usado no atentado foi uma bomba de fabricação caseira feita com pregos. Segundo a correspondente da BBC no Cairo, o ataque acontece em um momento em que o turismo no país vive uma alta recorde. Em ocasiões passadas, ativistas islâmicos realizaram uma série de atentados contra atrações turísticas do país. O mais recente ataque realizado no Egito, em uma região hoteleira da província do Sinai, deixou 34 pessoas mortas, entre eles vários israelenses. Em 1997, a indústria turística egípcia sofreu um duro revés, quando atiradores dispararam contra estrangeiros em Cairo e na cidade de Luxor, no sul do país. Os dois ataques mataram 68 pessoas. |
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