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China pede que Japão 'reflita' sobre período de guerra | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente da China, Hu Jintao, apelou ao Japão que reflita sobre a história do país em períodos de guerra. Ele fez o discurso depois de um encontro com o primeiro-ministro japonês, Junichiro Koizumi. Os dois participam de uma cúpula entre países asiáticos e africanos na Indonésia. Hu afirmou, ainda, que as diferenças entre a China e o Japão devem ser resolvidas através do diálogo e que os dois países deveriam ter uma relação melhor. O último ponto de conflito entre as nações foram os livros didáticos japoneses que, de acordo com as autoridades da China, cortaram o passado bélico japonês. Encontro positivo O primeiro-ministro Junichiro Koizumi classificou como "bom" o encontro com o presidente chinês. Nesta sexta-feira, ele havia feito um pedido de desculpas pela agressão militar praticada pelo Japão contra nações asiáticas nas décadas de 1930 e 1940. Mas, na semana passada, o Japão também havia criticado o comportamento de autoridades chinesas, que não teriam impedido uma onda de protestos em cidades da China contra o Japão. O ministro do Exterior do Japão, Nobutaka Machimura, apresentou um protesto a Pequim no domingo passado, mas teve uma resposta dura. O gesto ocorreu depois que milhares de pessoas tomaram as ruas em Xangai, na China, na última de uma série de manifestações contra o Japão. Os manifestantes, gritando slogans anti-japoneses e carregando bandeiras da China, atiraram ovos e garrafas de plástico contra o consulado do Japão na cidade. |
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