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Itamaraty não confirma morte de brasileiro | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Itamaraty disse que considera o brasileiro seqüestrado no Iraque João José Vasconcelos Júnior vivo até que receba provas do contrário. O Ministério se pronunciou depois que o Jornal Nacional, da TV Globo, exibiu uma reportagem citando informações de que Vasconcelos, engenheiro da construtora Odebrecht, teria morrido ao chegar ao cativeiro, em janeiro deste ano. Vasconcelos teria morrido dos ferimentos que sofreu quando o veículo em que viajava foi emboscado. A informação teria sido fornecida por uma "fonte britânica" ao correspondente da Globo em Jerusalém, Marcos Losekan. De acordo com a mesma fonte, os seqüestradores estariam agora tentando extorquir dinheiro em troca da liberação do corpo. Segundo o Jornal Nacional, autoridades brasileiras estariam em busca de provas da situação do engenheiro: uma fotografia dele com data comprovada ou fios de cabelo para exames de DNA. O Itamaraty, no entanto, afirma que continua tratando o caso como seqüestro e diz estar fazendo o que pode para libertar o engenheiro. O engenheiro desapareceu nas proximidades da cidade iraquiana de Baiji, onde a Odebrecht participava da obra de reforma de uma usina termoelétrica. Dias depois, a rede de TV árabe Al-Jazeera divulgou um vídeo em que o grupo militante iraquiano Saraya (Brigadas) Al-Mujahideen alegava ter seqüestrado o brasileiro. Desde o seqüestro, não foram divulgadas informações sobre o estado de saúde de Vasconcelos ou de eventuais negociações para a sua libertação. Fontes que acompanham os primeiros esforços do governo brasileiro admitiram que o bem-estar de Vasconcelos era apenas suposição. |
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