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Bem-estar de brasileiro é apenas suposição, diz Jordânia | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A porta-voz do governo da Jordânia, Asma Khader, disse à BBC Brasil ter esperança, mas não informações oficiais de que o brasileiro João José Vasconcellos Júnior, seqüestrado no Iraque, esteja vivo. "Nós temos essa esperança, mas não temos informação oficial sobre isso", disse a porta-voz em entrevista por telefone de Amã. Ela explicou que essa esperança se baseia apenas no fato de nada indicando o contrário ter sido divulgado até agora. "Normalmente, quando alguém é seqüestrado, presumimos que a pessoa esteja viva até que apareça algo oficial ou claro na mídia indicando o contrário", explicou Khader. O xeque brasileiro Ali Mohammed Abdouni, que faz parte do grupo de brasileiros que lideram os esforços diplomáticos pela libertação do engenheiro, já havia afirmado na terça-feira à BBC Brasil acreditar que a expectativa do governo jordaniano era baseada em experiências com seqüestros anteriores. "Baseados, possivelmente, em experiências anteriores, eles dizem achar que o engenheiro esteja vivo, mas acho que isso é mais fruto de especulações do que de fatos concretos", disse o religioso brasileiro. O engenheiro da Construtora Norberto Odebrecht S.A. foi seqüestrado na manhã do dia 19 de janeiro nas proximidades da cidade de Baiji, no Iraque, onde a empresa participava da obra de reforma de uma usina termoelétrica. Dias depois, a rede de TV árabe Al-Jazeera divulgou um vídeo em que o grupo militante iraquiano Saraya (Brigadas) Al-Mujahideen alegava ter seqüestrado o brasileiro. O vídeo não mostrava o refém, mas incluia imagens de um documento de identidade no qual se podia ler o nome do brasileiro. |
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