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Índia e China fecham acordo sobre fronteira | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os governos da China e da Índia assinaram nesta segunda-feira um acordo que visa resolver a antiga pendência dos dois países sobre sua fronteira no Himalaia. O acordo foi assinado entre o primeiro-ministro indiano, Manmohan Singh, e seu colega chinês, Wen Jiabao, que está visitando a Índia. O assessor de Segurança Nacional da Índia, MK Narayanan, disse que se trata de "um dos mais importantes documentos" já assinados entre os dois países. O acordo se refere a 3,55 mil km de fronteira sino-indiana em uma região pela qual os dois países lutaram uma guerra em 1962. O documento estabelece um programa de 11 passos a serem tomados para resolver a disputa fronteiriça. Sem detalhes Mas Narayanan disse que ainda é muito cedo para detalhar o acordo. Um jornal indiano disse que o premiê chinês presentou Sing com um mapa que mostra o antigo reino de Sikkim, no Himalaia, como paret da Índia. A China jamais reconheceu a anexação do reino pela Índia, ocorrida de 1975. Anteriormente, cada lado acusava o outro de ocupar parte de seu território. Mas analistas dizem que as desavenças ligadas a questões de fronteira têm sido minizadas na medida em que a Índia e a China, os dois países mais populosos do mundo, estreitam suas relações comerciais. Em 2003, a Índia reconheceu Região Autônoma do Tibete como parte da China. Por sua vez, os chineses concordaram em começar a fazer comércio por Sikkim, o que foi visto em Nova Déli como um sinal de que os chineses estavam reconhecendo suas reivindicações sobre a área. No domingo, Wen Jiabao havia dito que os dois países vão divulgar um plano de cinco anos de duração “profunda cooperação econômica e comercial”. |
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