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Festival promove cinema brasileiro na Índia | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um Festival de Cinema Brasileiro começou nesta sexta-feira em Nova Délhi, na Índia, com o objetivo de promover aos indianos produções como Central do Brasil e Cidade de Deus, pouco conhecidas no país com a maior indústria cinematográfica do mundo. O primeiro filme a ser exibido na mostra, que vai até domingo, foi O Bicho de Sete Cabeças, de Laiz Bodansky. Organizado pelo Centro de Estudos em Língua Portuguesa da Universidade Jawaharlal Nerhu (JNU), mesmo local onde os filmes estão sendo exibidos, o festival é patrocinado pela Embaixada do Brasil na Índia. Ao todo, 11 filmes serão apresentados, incluindo, além dos já mencionados, Lisbela e o Prisioneiro, Deus é Brasileiro e Carandiru. Primeira vez O embaixador do Brasil na Índia, José Vicente Pimentel, esteve presente na abertura da mostra. Para o diplomata, o festival oferece uma oportunidade de os indianos saberem mais sobre o Brasil. “O cinema é uma possibilidade para se conhecer os outros povos. Através dos filmes, aprende-se muito sobre quem somos.” De fato, para muitos indianos, esta será a primeira vez que assistirão a uma filme brasileiro. Os indianos costumam prestigiar a indústria cinematográfica nacional, que produz 1,2 mil filmes por ano, mais do que o dobro da produção norte-americana. O Brasil produz cerca de 80 filmes por ano. Segundo o coordenador do Festival, o professor brasileiro Carlos Alberto Gohn, o objetivo da mostra “é a promoção cultural do Brasil e a incrementação nas relações bilaterais entre Índia e Brasil”. O festival foi divulgado em universidades de Nova Délhi, com o objetivo de atrair estudantes para o evento. |
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