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Presidente do Sinn Féin pede que IRA abandone armas | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente do Sinn Féin, considerado o braço político do IRA (Exército Republicano Irlandês), Gerry Adams, fez um apelo para que a organização extremista deixe a luta armada. Em uma declaração nesta quarta-feira, no primeiro dia de campanha para as eleições gerais na Grã-Bretanha, Adams pediu que o grupo paramilitar abrace o processo democrático e político, como forma de prosseguir com seus esforços para colocar fim ao domínio britânico na província. Adams admitiu que defendeu no passado o direito do IRA de conduzir uma luta armada, mas disse que agora há uma alternativa. O governo britânico qualificou o pronunciamento de significativo. Espião e roubo Nas últimas semanas, o IRA vem sendo muito pressionado para se desmobilizar depois do assassinato de um morador de Belfast, Robert McCartney. Segundo sua família, McCartney foi vítima de integrantes do grupo paramilitar. Negociações no ano passado não conseguiram restaurar o processo político de poder compartilhado na província, que emperrou em meio a alegações de que o IRA havia plantado um espião na assembléia regional norte-irlandesa, a sede do governo autônomo, em 2002. Desde então, surgiram alegações de que integrantes do IRA estavam envolvidos no roubo de mais de 26,5 milhões de libras (mais de R$ 127 milhões) de um banco. |
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