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Blair pede desculpas por erro judicial envolvendo o IRA | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O primeiro-ministro britânico, Tony Blair, pediu perdão nesta quarta-feira pela condenação "injusta" de 11 pessoas acusadas por ataques a bomba realizados pelo Exército Republicano Irlandês (IRA) que deixaram sete mortos em 1974. "Sinto muito que eles tenham sido objeto de tanto sofrimento e injustiça", disse Blair, em referência ao caso que inspirou o filme Em Nome do Pai, com Daniel Day-Lewis. O pedido de desculpas foi feito em um encontro privado entre o primeiro-minstro e as famílias de dois dos acusados, Gerry Conlon e Anne Maguire. O julgamento foi realizado em 1975, e os quatro acusados ficaram presos até 1989, e sete até 1991 – quando as penas foram derrubadas pela Justiça. Famílias O pedido foi feito depois de uma grande campanha na Irlanda por desculpas públicas. A maior parte dos condenados era membro ou amigo das duas famílias. Todos foram presos por causa de ligações familiares com Gerry Conlon, um dos chamados Quatro de Guildford, injustamente condenado por plantar as bombas. Eles foram presos por manejar explosivos, acusação feita com base em provas científicas que mais tarde se mostraram falsas. |
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