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Espanha prende 13 suspeitos em conexão com atentado de Madri | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A polícia da Espanha anunciou que prendeu 13 pessoas nesta sexta-feira em conexão com os atentados a bomba na capital do país, Madri, que mataram 191 pessoas em março do ano passado. Em uma operação que durou várias horas, a polícia disse que 12 homens foram presos inicialmente, quando mais de cem policiais realizaram batidas na capital e arredores. Foram detidos vários marroquinos, sírios e outros suspeitos originários do norte da África e do Oriente Médio. Mais tarde foi detida mais uma pessoa. Extradição Também nesta sexta-feira, as autoridades na Bélgica anunciaram que extraditaram um suspeito marroquino para a Espanha. Promotores espanhóis suspeitam que Youssef Belhadj seja o porta-voz da rede extremista Al-Qaeda que reivindicou a autoria dos ataques. Os atentados foram atribuídos a extremistas islâmicos pela procuradoria espanhola. Mais de 70 pessoas foram presas em conexão com o caso, e 22 foram indiciadas. As explosões ocorreram três dias antes de eleições gerais em que os socialistas derrotaram o Partido Popular, de direita, do primeiro-ministro José Marial Aznar. Inicialmente o governo da Espanha culpou separatistas bascos do Eta pelos ataques, em um equívoco que, acredita-se, constribuiu para a derrota inexperada do Partido Popular. |
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