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Polícia britânica prende suspeito de atentado em Madri | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um homem procurado em conexão com os atentados a bomba em trens na capital espanhola, Madri, no ano passado, foi preso em Londres, disse a polícia britânica neste sábado. Os atentados mataram 191 pessoas. Segundo a polícia, Moutaz Almallah Dubas foi detido próximo à capital britânica utilizando-se um mandado de prisão emitido pelas autoridades espanholas. Ele tem cidadania espanhola. O irmão de Almallah Dabas, Mohannad, de cidadania síria, foi preso na Espanha na sexta-feira. Segundo o Ministério do Interior da Espanha, ambos são suspeitos de treinar jovens militantes muçulmanos em Madri antes de enviá-los para o exterior. O ministério afirma que os irmãos tinham ligações com um homem identificado como líder do grupo que realizou os atentados de Madri, no dia 11 de março de 2004. Extremistas Os atentados foram atribuídos a extremistas islâmicos pela procuradoria espanhola. Mais de 70 pessoas foram presas até agora em conexão com o caso, e 22 foram indiciadas. Uma célula marroquina com ligações com a rede Al-Qaeda reivindicou a responsabilidade pelo ataque e a maioria dos detidos são cidadãos do Marrocos. As explosões ocorreram três dias antes de eleições gerais em que os socialistas derrotaram o Partido Popular, de direita, do primeiro-ministro José Marial Aznar. Inicialmente o governo da Espanha culpou separatistas bascos do Eta pelos ataques, em um equívoco que, acredita-se, constribuiu para a derrota inexperada do Partido Popular. |
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