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Síria anuncia retirada parcial do Líbano, mas EUA cobram 'ações' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo dos Estados Unidos disse querer da Síria "ações, não palavras" relativas à retirada de soldados sírios do Líbano. A declaração de um porta-voz do governo americano foi uma resposta ao aúncio feito pela Síria de que o país vai retirar suas tropas de partes do Líbano e deixá-las apenas no vale do Bekaa, no leste libanês, até o fim de março. A retirada parcial foi resultado de um acordo estabelecido durante uma reunião em Damasco, a capital síria, entre o presidente da Síria, Bashar Al-Assad, e o seu colega libanês, Émile Lahoud. O anúncio aconteceu após várias semanas de protestos na capital libanesa e da pressão internacional exigindo a retirada da Síria. Cerca de 5 mil soldados sírios serão deslocados de postos próximos a Beirute, mas ainda não foi decidido o destino final dos 14 mil militares da Síria baseados no país. A França e a Alemanha pediram uma retirada imediata das tropas. Mas uma declaração conjunta sírio-libanesa afirmou que o número total de soldados e o tempo de permanência das forças sírias em Bekaa só serão estabelecidos um mês após o início da retirada. Vários soldados sírios posicionados nas montanhas ao leste da capital libanesa, Beirute, foram vistos arrumando seus pertences, à espera da ordem de se mover em direção à fronteira com a Síria. Militares em bases como Mdairij, Soufar e Aley já começaram a desmontar equipamentos de comunicação e equipamentos militares leves, afirmam testemunhas. |
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